Dedicação é uma das palavras-chave para uma vida acadêmica e profissional de sucesso. Para comprovar essa frase, o recém-formado no Curso de Relações Internacionais do UNICURITIBA, Gabriel Dotta, acaba de ser selecionado para uma bolsa de Mestrado na Coreia do Sul.

Em 2017, Gabriel já havia participado do programa Global Korea Scholarship for African and Latin American Undergraduate Students, com duração de cinco semanas. Desta vez, a seleção foi para o Korean Government Scholarship Program for Graduate Studies (KGSP-G), uma bolsa oferecida pelo Ministério da Educação da Coreia do Sul. Anualmente, o governo sul-coreano seleciona até 12 brasileiros, de todas as áreas do conhecimento, para realizar seu Mestrado ou Doutorado no país.

O governo coreano arca com todos os custos, desde passagens aéreas, custos acadêmicos, bolsa mensal para habitação, alimentação, até despesas pessoais, durante todos os anos de estudos da pós-graduação, incluindo um ano extra para o estudo da língua coreana, já que a dissertação ou tese deve ser escrita em coreano. “No meu caso, isso significa três anos: um ano de dedicação exclusiva ao estudo da língua e mais dois anos do mestrado em si. Passarei meu ano de estudos de coreano na Pai Chai University, em Daejeon, e os dois anos seguintes fazendo o mestrado em Ciência Política da Kyung Hee University, em Seul, instituição que escolhi”, conta.

O interessante é que qualquer estudante brasileiro que esteja em seu último semestre da Graduação ou que já tenha se formado, em qualquer curso e instituição, pode se candidatar. Os únicos critérios de base são: o índice de rendimento acadêmico do candidato na Graduação superior a 80% e o domínio da língua inglesa ou coreana.

Gabriel diz que está muito feliz com a seleção. “Não só pela oportunidade de passar os próximos anos estudando em um país muito interessante e com toda a cobertura de custos, mas também por sentir que esses anos de grande dedicação na Graduação tiveram um produto concreto. Espero motivar pessoas a olharem seu desempenho acadêmico sob essa perspectiva. E estimular os estudantes a procurar oportunidades de estudo com bolsas no exterior”, conclui.